DEIXEM AS VELAS ACESAS – Paula Giannini

Algumas coisas sobre o teatro e a vida. Sigo em luto. Luto. Talvez não por acaso a palavra lembre batalha. Eu luto, tu lutas, ele... É estranho. O estranhamento vem do modo como se começa a olhar o mundo quando um elo na ordem natural das coisas se rompe. Sigo assim, repesando cada gesto, cada... Continuar Lendo →

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A ALEGORIA DE “MADRINHA DA BATERIA”, DE RUBEM FONSECA – Eduardo Selga

Zira vive em um bairro periférico do Rio de Janeiro, e é apaixonada por sua escola de samba, em cujas fileiras milita como madrinha de bateria há algum tempo. Acredita de fato que seu desempenho na avenida afeta o ânimo dos percussionistas, e mesmo quando o mestre da ala, seu Vavá, colabora para desmontar sua... Continuar Lendo →

TANTO FAZ VER QUANTO SABER QUE TEM – Lezir Ishigawa

O longa-metragem Bruna Surfistinha, produção brasileira de 2011 dirigida por Marcus Baldini, é a narrativa de uma personagem que precisa ser amada. Ela parece não ter muita consciência disso, mas em algumas passagens do filme, quando já vivendo dos programas sexuais, fica demonstrado que se Bruna (na verdade Raquel) decidiu sair de casa não foi... Continuar Lendo →

GENTE RUIM TAMBÉM ENVELHECE – Madame Cat

Antes de chegar aos cinquenta anos, o que considero a meia-idade, eu tinha uma concepção meio simplória do que seria a velhice. Algo como um poço de sabedoria e bondade para compensar a despencada da capacidade física e mental. Minha mãe e meu pai são ótimos exemplos de virtude, logo não tinha nenhum motivo para... Continuar Lendo →

QUANTO TEMPO O TEMPO TEM – Paula Giannini

Há um hiato grande entre o dia em que fui ao teatro Sérgio Cardoso assistir ao espetáculo Tchekhov é um cogumelo, — dia emblemático, devo dizer, em que o não menos emblemático encenador Antunes Filho nos deixou —, e o dia de hoje, o do tempo presente no qual escrevo este artigo. Não sou mais... Continuar Lendo →

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