O POÉTICO UNIVERSO FEMININO EM “REDEMOINHO EM DIA QUENTE”, DE JARID ARRAES – Eduardo Selga

Até me cair às mãos um exemplar do livro de contos Redemoinho em dia quente, não conhecia a prosa da jovem cearense Jarid Arraes. Quando o fato se deu, para mim foi um duplo presente: o próprio objeto em si e a qualidade do conteúdo, marcado por uma narrativa cujo estilo é, simultaneamente, coloquial e... Continuar Lendo →

O “IRMÃO DO JOREL” E A IDENTIDADE NÃO RECONHECIDA – Lezir Ishigawa

Há algumas semanas, Irmão do Jorel, animação brasileira atualmente no ar pelo canal Cartoon Network, foi indicado ao Emmy International Kids de melhor animação infantil de 2019. A importância da notícia está no fato de ser um trabalho brasileiro, considerando que nossa animação ainda é pouco volumosa e, quando há no mercado um trabalho feito... Continuar Lendo →

A FADA DO TEATRO – Paula Giannini

“Olha que linda!” Ela vem com o sorriso e os braços abertos, um mais alto que o outro, para manter o equilíbrio. “Fui eu mesma quem plantei, de uma mudinha de nada... Olha que beleza”, ela fala apontando a planta imensa e realmente linda que ornamenta a entrada do Teatro Maria Della Costa, em São... Continuar Lendo →

VOLTA, QUE DEU MERDA – Madame Cat

Sou um pouco ansiosa, então já sofro por antecipação, procurando argumentos válidos para explicar à minha neta, no auge de seus sábios nove meses de existência, o motivo de a minha geração estar entregando um planeta tão fodido ao seu pai. Ela que, futuramente, terá de arcar com a fatura de nossa incompetência ambiental. Ao... Continuar Lendo →

A INDECIFRÁVEL EQUAÇÃO HUMANA – Paula Giannini

Estou ficando velha. Fato. Todos estamos. Mas há aquele momento em que você se vê mais emotivo e utópico. Não. Espera. Esses sintomas pertencem à adolescência. Em meu caso, à envelhescência, pois, além dos sintomas já descritos, ando pensando no que já se foi, e revivendo antigos fantasmas, outras gerações de pessoas cujos nomes já... Continuar Lendo →

HOMENS COMO NÓS – Sandra Godinho

Ainda me encontrava em cima do viaduto dos suicidas quando a noite engoliu a luz em plena três horas da tarde. São Paulo se tornou um breu. Por um momento, achei a penumbra oportuna para velar meu dia vendado pela ignorância, vendado pelas palavras que chegam cansadas aos ouvidos, vendado por olhos que não fazem... Continuar Lendo →

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