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VIOLÊNCIA E ARTE EM “PEQUENA COREOGRAFIA DO ADEUS” – Eduardo Selga

Em regra, não me prendo à capa de um livro ao escrever minhas resenhas críticas, mas devo confessar: poucas foram as ocasiões em que li uma obra literária cuja embalagem fosse tão reveladora de seu conteúdo quanto Pequena Coreografia do Adeus, romance escrito por Aline Bei. A reprodução da pintura de Louise Bourgeois, que ilustra... Continuar Lendo →

ELES QUEREM O IMPOSSÍVEL: UM BRASIL NÃO POLISSÊMICO – Eduardo Selga

Mães zelosasPais corujasVejam como as águasDe repente ficam sujas... (Tempo Rei – Gilberto Gil) Não, não foi de repente a sujeira. Olhe para o seu entorno, compare o que vê com imagens de sua memória que remetam há pelo menos uma década. Você verá que uma transformação cultural está em curso no Brasil. Quando foi... Continuar Lendo →

BRASIL: MORRER PARA NASCER – Eduardo Selga

Quem nasceu nessas terras e presta a devida atenção ao que nela ocorre, percebe: o Brasil é um país simbólico, no sentido de que os eventos históricos, e mesmo os de menor dimensão, não são apenas efeitos de uma ou mais causas: parece haver uma lógica maior costurando-os, uma amarração ao nível do símbolo. É... Continuar Lendo →

AVÔ À PRIMEIRA VISTA – Eduardo Selga

Até ontem, poucos dias após do Natal e do alto de pouco mais de meio século de minha vida, eu desconhecia pessoalmente meu neto, em função de eu morar num estado e ele noutro, e a distância entre nós ser maior do que a geográfica, porém apenas em minha distorcida percepção: os muitos anos sem... Continuar Lendo →

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