DEIXEM AS VELAS ACESAS – Paula Giannini

Algumas coisas sobre o teatro e a vida. Sigo em luto. Luto. Talvez não por acaso a palavra lembre batalha. Eu luto, tu lutas, ele... É estranho. O estranhamento vem do modo como se começa a olhar o mundo quando um elo na ordem natural das coisas se rompe. Sigo assim, repesando cada gesto, cada... Continuar Lendo →

Anúncios

QUANTO TEMPO O TEMPO TEM – Paula Giannini

Há um hiato grande entre o dia em que fui ao teatro Sérgio Cardoso assistir ao espetáculo Tchekhov é um cogumelo, — dia emblemático, devo dizer, em que o não menos emblemático encenador Antunes Filho nos deixou —, e o dia de hoje, o do tempo presente no qual escrevo este artigo. Não sou mais... Continuar Lendo →

O FEIO E O ESQUISITO – Paula Giannini

"Tenho duas armas para lutar contra o desespero, a tristeza e até a morte: o riso a cavalo e o galope do sonho. É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver." Ariano Suassuna  O que provoca seu riso? O quê? O gordo? O magro? O contraste entre ambos? Um cidadão de... Continuar Lendo →

AS MULHERES DE SHAKESPEARE – Paula Giannini

“O mundo inteiro é um palco E todos os homens e mulheres não passam de meros atores Eles entram e saem de cena E cada um no seu tempo representa diversos papéis.” William Shakespeare Prezado senhor (ou senhora, não sei, em meu século há controvérsias estranhas). Por aqui, dizem que o senhor poderia ter sido... Continuar Lendo →

ILHADA EM MIM – Paula Giannini

"O jorro de sangue é poesia. Não há como estancar". (Sylvia Plath) Escuro Em cena, aos poucos, a luz revela os atores que, no palco, vivem Sylvia Plath e Ted Hughes, em uma entrevista. O que se ouve são as autênticas vozes do casal. O que se vê: os atores recriando em performance seus silêncios,... Continuar Lendo →

DO NADA AO ZERO – Paula Giannini

  “Me batizaram com o nome Maria. Mas o meu nome é Iraxeru. Dos Munducurus. Índia. Era na beira do Tapajós. Era aqui. A gente vivia aqui fazia tempo. (...)A gente dormia na rede. Dormia e sonhava com a chuva. Trovoada. Era barulho. Nem era trovoada, às vezes. Era só barulho de castanheira. Ouriço de... Continuar Lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

Crie um novo site no WordPress.com
Comece agora