A INDECIFRÁVEL EQUAÇÃO HUMANA – Paula Giannini

Estou ficando velha. Fato. Todos estamos. Mas há aquele momento em que você se vê mais emotivo e utópico. Não. Espera. Esses sintomas pertencem à adolescência. Em meu caso, à envelhescência, pois, além dos sintomas já descritos, ando pensando no que já se foi, e revivendo antigos fantasmas, outras gerações de pessoas cujos nomes já... Continuar Lendo →

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DE FEIRAS E TEATROS LATINO-AMERICANOS – Paula Giannini

“Erêndira estava banhando a avó quando começou o vento de sua desgraça. A enorme mansão de argamassa lunar, perdida na solidão do deserto, estremeceu até os fundamentos com a primeira investida. Mas Erêndira e a avó estavam tão acostumadas aos riscos daquela natureza desatinada, e mal notaram a intensidade do vento no banheiro, adornado de pavões-reais... Continuar Lendo →

ORYAI – Paula Giannini

Em tempos em que nos confundimos com as sombras na alegoria da caverna de Platão,  tempos de incêndios amazônicos, índios perenemente dizimados, ditos não ditos, fake-realidades, penso um pouco nas gerações que virão... O que será delas? De nós? Enquanto isso, deixo aqui, nesta coluna que, afinal é sobre dramaturgia, um texto infanto-juvenil escrito em... Continuar Lendo →

DEIXEM AS VELAS ACESAS – Paula Giannini

Algumas coisas sobre o teatro e a vida. Sigo em luto. Luto. Talvez não por acaso a palavra lembre batalha. Eu luto, tu lutas, ele... É estranho. O estranhamento vem do modo como se começa a olhar o mundo quando um elo na ordem natural das coisas se rompe. Sigo assim, repesando cada gesto, cada... Continuar Lendo →

QUANTO TEMPO O TEMPO TEM – Paula Giannini

Há um hiato grande entre o dia em que fui ao teatro Sérgio Cardoso assistir ao espetáculo Tchekhov é um cogumelo, — dia emblemático, devo dizer, em que o não menos emblemático encenador Antunes Filho nos deixou —, e o dia de hoje, o do tempo presente no qual escrevo este artigo. Não sou mais... Continuar Lendo →

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