O POÉTICO UNIVERSO FEMININO EM “REDEMOINHO EM DIA QUENTE”, DE JARID ARRAES – Eduardo Selga

Até me cair às mãos um exemplar do livro de contos Redemoinho em dia quente, não conhecia a prosa da jovem cearense Jarid Arraes. Quando o fato se deu, para mim foi um duplo presente: o próprio objeto em si e a qualidade do conteúdo, marcado por uma narrativa cujo estilo é, simultaneamente, coloquial e... Continuar Lendo →

ÉRICO VERÍSSIMO: PRISIONEIROS SOMOS TODOS – Eduardo Selga

De 1955 e 1975 o mundo conheceu a Guerra do Vietnã, uma das grandes tragédias mundiais da modernidade e conflito armado que gerou reflexos políticos importantes no Ocidente, a exemplo do fortalecimento do pacifismo. Enquanto isso, no Brasil, a partir de 1964, a Ditadura Militar se instalava. Como no país asiático, o motivo (na verdade,... Continuar Lendo →

“RIO-PARIS-RIO”: A BUSCA PELO EQUILÍBRIO ENTRE OPOSTOS – Eduardo Selga

A tessitura do romance Rio-Paris-Rio (Rocco, 2016), escrito por Luciana Hidalgo, mostra, em seu núcleo fundamental, o drama de uma juventude exilada de seu país de origem, um viver sem conseguir integra-se plenamente à outra sociedade que, civilizadamente, suporta os exilados. São, fundamentalmente, três brasileiros na França, mas as nacionalidades envolvidas poderiam ser quaisquer outras,... Continuar Lendo →

A CIRANDA DE BARRO – Eduardo Selga

No interior de um Brasil antigo, quase arcaico, vive um núcleo familiar composto de pai, mãe, e um casal de filhos. O chefe da família e o rapaz trabalham “nas terras dos brancos” (p.16), ao mesmo tempo contribuindo para a riqueza deles e sustentando a carência material em que vive essa família. Por causa desse... Continuar Lendo →

NOITE DE MACÁRIO OU MACÁRIO NA TAVERNA? – Eduardo Selga

Ao término duma primeira e sempre insuficiente leitura do drama Macário, escrito por Álvares de Azevedo, restaram-me muitas interrogações em suspenso e a decepcionante impressão de que um dos autores mais profícuos do Romantismo no Brasil havia produzido uma peça teatral parcialmente desconexa. Não conseguia enxergar vínculos sólidos o suficiente que atassem o primeiro ato... Continuar Lendo →

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