TANTO FAZ VER QUANTO SABER QUE TEM – Lezir Ishigawa

O longa-metragem Bruna Surfistinha, produção brasileira de 2011 dirigida por Marcus Baldini, é a narrativa de uma personagem que precisa ser amada. Ela parece não ter muita consciência disso, mas em algumas passagens do filme, quando já vivendo dos programas sexuais, fica demonstrado que se Bruna (na verdade Raquel) decidiu sair de casa não foi... Continuar Lendo →

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“O HOMEM DA CAPA PRETA”: O AUTORITARISMO POPULISTA E POPULAR – Lezir Ishigawa

Assistir outra vez, mais de trinta anos após seu lançamento no circuito comercial, ao filme O homem da capa preta, produção de 1986 dirigida por Sérgio Rezende, foi para mim uma experiência de certo modo estranha, afinal rever uma obra com a atenção para além do entretenimento dificilmente é reiterar por completo a leitura anterior.... Continuar Lendo →

QUERÔ E O FANTASMA DE ALZIRA – Lezir Ishigawa

O cinéfilo que assiste ao filme Querô, longa-metragem de 2007 dirigido por Carlos Cortez, disponível no YouTube, imediatamente  o associa a Pixote, a lei do mais fraco. As similaridades são muitas, e até o protagonista, interpretado por Maxwell Nascimento é fisicamente parecido com o do filme dos anos oitenta, encarnado por Fernando Ramos da Silva.... Continuar Lendo →

O PAI INVENTADO – Lezir Ishigawa

O cheiro do ralo, longa-metragem brasileiro dirigido por Heitor Dhalia lançado em 2007, cujo roteiro foi construído a partir de livro homônimo de Lourenço Mutarelli, disponível no Youtube, a despeito de sua qualidade, apresenta uma narrativa que tende a incomodar certo público por dois motivos: é repetitiva e, por meios simbólicos, toca em um aspecto... Continuar Lendo →

DECIFRA-ME OU TE DEVORO – Lezir Ishigawa

A sociedade não é um todo hegemônico, em que todos os cidadãos têm a mesma forma de perceber a vida e pretendem seguir os mesmos trilhos. Ela é a própria diversidade. E é ótimo, além de inevitável, que assim seja. Afinal, ao menos por hora, não somos criaturas robotizadas, embora estejam tentando encaminhar o Brasil... Continuar Lendo →

O FEMININO E O MASCULINO EM “ELVIS E MADONA” – Lezir Ishigawa

A dinâmica do fenômeno identificado como cultura de massas guarda peculiar similaridade com a do grande capital, caracterizada pela vadiagem: não se prende exclusivamente ao país em que a manifestação artística ou de entretenimento aconteceu originalmente: ao contrário, multiplica-se em outras terras, se nelas houver terreno fértil, mas sempre carregando o conteúdo ideológico de que,... Continuar Lendo →

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