“RILAKKUMA E KAORU”, UM OLHAR SOBRE O VAZIO EXISTENCIAL – Fil Felix

“Qual a diferença entre um gato adotado, que é de graça, e esse gato de 150 mil ienes? Se os seres humanos tivessem um preço, quanto será que eu custaria? Eu não tenho nenhum valor, eu sou apenas uma existência insignificante que não tem seu próprio lugar nesse infinito que é a vida” (Kaoru, ao... Continuar Lendo →

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ESCRITA, DIÁLOGO E RESGATES – Cinthia Kriemler

Tenho estado cansada. Porque só sei sentir se for com o corpo inteiro. E sentir com o corpo inteiro é uma benção e uma maldição. Benção porque significa se entregar com intensidade a toda e qualquer ação —  e intensidade, do meu ponto de vista, é uma qualidade honesta; maldição porque sentir com intensidade todas... Continuar Lendo →

O PAI INVENTADO – Lezir Ishigawa

O cheiro do ralo, longa-metragem brasileiro dirigido por Heitor Dhalia lançado em 2007, cujo roteiro foi construído a partir de livro homônimo de Lourenço Mutarelli, disponível no Youtube, a despeito de sua qualidade, apresenta uma narrativa que tende a incomodar certo público por dois motivos: é repetitiva e, por meios simbólicos, toca em um aspecto... Continuar Lendo →

NOITE DE MACÁRIO OU MACÁRIO NA TAVERNA? – Eduardo Selga

Ao término duma primeira e sempre insuficiente leitura do drama Macário, escrito por Álvares de Azevedo, restaram-me muitas interrogações em suspenso e a decepcionante impressão de que um dos autores mais profícuos do Romantismo no Brasil havia produzido uma peça teatral parcialmente desconexa. Não conseguia enxergar vínculos sólidos o suficiente que atassem o primeiro ato... Continuar Lendo →

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