O ROSTO QUE NOS OLHA – Fil Felix

É uma espécie de consenso popular presumir a arte contemporânea, de maneira geral, como um bicho de sete cabeças: confusa, estranha, elitista, desnecessária, não-arte, dentre inúmeros adjetivos. Não raramente, as frases são seguidas por elogios às “artes de verdade”, citando autores modernos como Van Gogh e seus girassóis e noites estreladas, ou Monet e suas... Continuar Lendo →

CUIDADO! O REAL É FRÁGIL – Lezir Ishigawa

A ideia central da franquia Matrix é que a realidade, ordenada do modo como a concebemos, não passa de um gigantesco programa de computador a provocar nas pessoas não só o efeito de materialidade, como também a percepção de todos os afetos decorrentes do convívio social. Com esse desempenho, matrix, estrutura organizada por uma grande... Continuar Lendo →

OS HERÓIS DA RESISTÊNCIA – Paula Giannini

“Há um rio afogando em mim  Secando, secando, secando  Tem rompante os mistérios que já vi Esperando, esperando, esperando o fim” (Paulo Araújo) Resistência Substantivo feminino Ato ou efeito de resistir - propriedade de um corpo que reage contra a ação de outro corpo - o que se opõe ao movimento de um corpo -... Continuar Lendo →

UM SAPO NO PODER – Eduardo Selga

Hoje nem tanto (embora ainda permaneçam exemplos), mas era uma vez um tempo no decorrer do qual a literatura infantil brasileira foi marcada por uma linguagem que pressupunha a criança como alguém que tivesse dificuldades cognitivas. Eram obras que quase vertiam para o texto a conhecida “fala de bebê”, na verdade uma “fala de adulto”... Continuar Lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

Crie um novo site no WordPress.com
Comece agora